Quá!
February 12th, 2008
É mais ou menos assim que ocorre… uhsushh

É mais ou menos assim que ocorre… uhsushh
É meio grande mas garanto que vale a pena cada palavra!
Edgar
Já deve ter acontecido com você.- Não está se lembrando de mim?
Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra. E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta. Lembra ou não lembra?
Neste ponto, você tem uma escolha. Há três caminhos a seguir.
Um, o curto, grosso e sincero.
- Não.
Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso. O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta. Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro. Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.
Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.
- Não me diga. Você é o… o…
“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”. Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia. Ou você pode dizer algo como:
- Desculpe deve ser a velhice, mas…
Este também é um apelo à piedade. Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!” É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.
E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável. O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.
- Claro que estou me lembrando de você!
Você não quer magoá-lo, é isso. Há provas estatísticas que o desejo de não magoar os outros está na origem da maioria dos desastres sociais, mas você não quer que ele pense que passou pela sua vida sem deixar um vestígio sequer. E, mesmo, depois de dizer a frase não há como recuar. Você pulou no abismo. Seja o que Deus quiser. Você ainda arremata:
- Há quanto tempo!
Agora tudo dependerá da reação dele. Se for um calhorda, ele o desafiará.
- Então me diga quem eu sou.
Neste caso você não tem outra saída senão simular um ataque cardíaco e esperar, falsamente desacordado, que a ambulância venha salvá-lo. Mas ele pode ser misericordioso e dizer apenas:
- Pois é.
Ou:
- Bota tempo nisso.
Você ganhou tempo para pesquisar melhor a memória. Quem é esse cara, meu Deus? Enquanto resgata caixotes com fichas antigas do meio da poeira e das teias de aranha do fundo do cérebro, o mantém à distância com frases neutras como “jabs” verbais.
- Como cê tem passado?
- Bem, bem.
- Parece mentira.
- Puxa.
(Um colega da escola. Do serviço militar. Será um parente? Quem é esse cara, meu Deus?)
Ele está falando:
- Pensei que você não fosse me reconhecer…
- O que é isso?!
- Não, porque a gente às vezes se decepciona com as pessoas.
- E eu ia esquecer você? Logo você?
- As pessoas mudam. Sei lá.
- Que idéia!
(É o Ademar! Não, o Ademar já morreu. Você foi ao enterro dele. O… o… como era o nome dele? Tinha uma perna mecânica. Rezende! Mas como saber se ele tem uma perna mecânica? Você pode chutá-lo, amigavelmente. E se chutar a perna boa? Chuta as duas. “Que bom encontrar você!” e paf, chuta uma perna. “Que saudade!” e paf, chuta a outra. Quem é esse cara?)
- É incrível como a gente perde contato.
- É mesmo.
Uma tentativa. É um lance arriscado, mas nesses momentos deve-se ser audacioso.
- Cê tem visto alguém da velha turma?
- Só o Pontes.
- Velho Pontes!
(Pontes. Você conhece algum Pontes? Pelo menos agora tem um nome com o qual trabalhar. Uma segunda ficha para localizar no sótão. Pontes, Pontes…)
- Lembra do Croarê?
- Claro!
- Esse eu também encontro, às vezes, no tiro ao alvo.
- Velho Croarê!
(Croarê. Tiro ao alvo. Você não conhece nenhum Croarê e nunca fez tiro ao alvo. É inútil. As pistas não estão ajudando. Você decide esquecer toda a cautela e partir para um lance decisivo. Um lance de desespero. O último, antes de apelar para o enfarte.)
- Rezende…
- Quem?
Não é ele. Pelo menos isso está esclarecido.
- Não tinha um Rezende na turma?
- Não me lembro.
- Devo estar confundindo.
Silêncio. Você sente que está prestes a ser desmascarado.
- Sabe que a Ritinha casou?
- Não!
- Casou.
- Com quem?
- Acho que você não conheceu. O Bituca.
Você abandonou todos os escrúpulos. Ao diabo com a cautela. Já que o vexame é inevitável, que ele seja total, arrasador. Você está tomado por uma espécie de euforia terminal. De delírio do abismo. Como que não conhece o Bituca?
- Claro que conheci! Velho Bituca…
- Pois casaram…
É a sua chance. É a saída. Você passa ao ataque.
- E não me avisaram nada?!
- Bem…
- Não. Espera um pouquinho. Todas essas coisas acontecendo, a Ritinha casando com o Bituca, o Croarê dando tiro, e ninguém me avisa nada?!
- É que a gente perdeu contato e…
- Mas o meu nome está na lista, meu querido. Era só dar um telefonema. Mandar um convite.
- É…
- E você ainda achava que eu não ia reconhecer você. Vocês é que esqueceram de mim!
- Desculpe, Edgar. É que…
- Não desculpo não. Você tem razão. As pessoas mudam…
(Edgar. Ele chamou você de Edgar. Você não se chama Edgar. Ele confundiu você com outro. Ele também não tem a mínima idéia de quem você é. O melhor é acabar logo com isso. Aproveitar que ele está na defensiva. Olhar o relógio e fazer cara de “Já?!”)
- Tenho que ir. Olha, foi bom ver você, viu?
- Certo, Edgar. E desculpe, hein?
- O que é isso? Precisamos nos ver mais seguido.
- Isso.
- Reunir a velha turma.
- Certo.
- E olha, quando falar com a Ritinha e o Mutuca…
- Bituca.
- E o Bituca, diz que eu mandei um beijo. Tchau, hein?
- Tchau, Edgar!
Ao se afastar, você ainda ouve, satisfeito, ele dizer “Grande Edgar”. Mas jura que é a última vez que fará isso. Na próxima vez que alguém lhe perguntar “Você está me reconhecendo?” não dirá nem não. Sairá correndo.
Luís Fernando Veríssimo. (Lí em As Cem Melhores Crônicas Brasileiras)
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Bom, enquanto minha criatividade ta entalada não sei onde vou contar algo diferente que me aconteceu essa semana.
Domingo, fui almoçar com meu pai, minha mãe e meu irmão no novo Pinga Fogo que foi inaugurado aqui pertinho, na Roberto Freire, chegando lá, nos servimos, escolhemos uma mesa e pedimos algo pra beber. “Três cocas, por favor.”
O garçom trouxe os refrigerantes, e como manda a etiqueta local, o serviu nos copos encima da bandeja, pra depois descê-los a mesa. Entende?
Acontece que ele encheu a primeira taça, e essa, simplesmente virou, bateu na borda da bandeja e espatifou-se no ar, choveram cascos de vidro e refrigerante na cabeça do meu irmão. E como Murphy nunca falha, ao tentar equilibrar a bandeja, o garçom acabou derrubando todas as outras taças, junto com as garrafas de vidro de coca cola. Bixo, foi lindo. É difícil presenciar uma cena de destruição em massa assim na vida real. É o tipo de coisa que só acontece em filme ou em algum clipe pop que esteja passando na MTV. Vidro e refrigerante pra todos os lados, o barulho interrompeu todas as conversas do restaurante, todo mundo olhou, em silêncio, só faltou algo ser incendiado pra completar de vez o espetáculo.
Concluindo, meu prato, que tinha dado 30 reais, acabou sendo jogado no lixo, cheio de vidro, e a gerência cedeu a mim e a meu irmão boquinha livre.. hehe.. não é todo dia que se come de graça no restaurante que tem o preço por quilo mais caro da cidade. Tivemos tratamento vip o resto do almoço inteiro, quase que peço a garçonete uma massagem nos ombros.
Vale lembrar que o Pinga-Fogo é puts, supimpa de primeira, na minha opinião a comida mais gostosa da cidade. Toda semana procuro ir lá, seja com minha mãe, seja com minha namorada. Foi a primeira vez que aconteceu um incidente, o atendimento é sempre impecável.
Ah, foda foi a pena que deu do garçom, o cara deve ta se tremendo até agora bixo. Shsh.
Não. Para decepção de uns e alívio de outros, o blogueiro que cá vos fala não foi assassinado, seqüestrado, quem dera abduzido. O que me ocorre, mais uma vez, é a tal da crise de falta de criatividade aliada com a tal da crise de preguiça, sabe? A criatividade não flui e de quebra me falta força para forçá-la a emergir.
Mãããs, como depois de toda tempestade vem a calmaria, sinto, do fundo das minhas entranhas o presságio de uma erupção criativa que vem pra salvar não só esse blog, mas as conversas de barzinho, os logs do meu MSN, e o resto da minha vida social (teimo em acreditar que minha vida social vai além de barzinho, blog e MSN.. vide aurélio: Otimismo).
Então, era só isso mesmo… só pra dar um alô e dizer que poraí vem coisa boa!
Abraços, fellows!
Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria se casar.
Resolveu, então, fazer um teste para ver qual estava mais apta a ser sua mulher.
Tirou R$ 15 mil do banco, deu R$ 5 mil para cada uma e disse:- Gastem com o que quiserem.A primeira foi ao shopping, comprou roupas, jóias, foi ao cabeleireiro,salão de beleza, etc..
Voltou para o homem e disse:
- Gastei todo o seu dinheiro assim para ficar mais bonita para você, para lhe agradar.
Tudo isso porque amo você.A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um CD
player,uma televisão tela plana, dois pares de tênis para jogar basquete,
tacos de golfe e filmes pornô.Voltou para o homem e disse:
- Gastei todo o seu dinheiro assim para lhe fazer mais feliz, lhe agradar.Tudo isso porque amo você.
A terceira pegou o dinheiro e aplicou em ações.
Em três dias duplicou o investido, retornou os R$ 5 mil para o homem e disse:
- Apliquei o seu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser
com o meu dinheiro.Tudo isso porque eu amo você.
Então o homem pensou,
Pensou….
Pensou….
Pensou….
Pensou….
Pensou….
Pensou….
Pensou
Pensou….
Pensou…
Pensou..
Pensou….
Pensou…..
Pensou….
Pensou….
Pensou….
Pensou..
Pensou….
(homens demoram para pensar….)
Pensou….
Pensou….
Pensou.
E escolheu a que tinha bunda maior.
E essa:
Sphere: Related ContentTaí uma coisa que sempre me intrigou……Por que Eva comeu a maçã ?…..
Fui a luta, pesquisei, pesquisei e……..finalmente, descobri.Olha porque foi :No início, Eva não queria comer a maçã.
- Come - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva.
Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus! - Não, e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã.
Até que teve uma idéia. Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Come que emagrece…
Os Melhores Do Mundo tinham que vir a Natal =(
Bom galera, ultimamente tenho postado pouco por dois motivos: Falta de criatividade e a Digizap (meu provedor). Como de costume a Digizap ta uma merda passando por instabilidades. Além da conexão tá super lenta é reiniciada de minuto em minuto.
Mããããs, quem tem boca e não consegue ir a roma, pelo menos consegue uma internet funcional.
Fiz amizade com o operador de sistema chefe da digizap, ele fez uma godelinha lá e agora minha internet ta supimpa. O nome do cara é Jacinto Odelay, em troca de um minuto de fama no meu blog, Jacinto ajeitou minha net.

Jacinto Odelay, chefão da digizap, no servidor principal, posando pra foto.
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Vivendo na cidade de Nagpur, Índia, Bhagat disse que passara a vida inteira com vergonha do tamanho de sua barriga. Mas eis que numa noite em 1999 de junho, o problema dele se agravou e Sanju Bhagat mal conseguia respirar, seu estômago ficou tão inchado que ele parecia uma grávida de nove meses.
Ele foi levado ao Doutor Mehta que imediatamente decidiu por operar. Mas em meio a operação de Bhagat, o Doutor Mehta viu algo que nunca havia visto ou pensado em ver. Em um corte mais profundo, derramaram litros de fluído e então algo extraordinário aconteceu.
- “Primeiro saiu um membro, então outro. Então alguma parte da genitália, daí cabelo, membros, mandíbulas, membros, cabelo…”
À primeira vista parecia que ele havia dado à luz. De fato, o Doutor Mehta tinha removido o corpo já desfigurado do irmão gêmeo de Bhagat que, afirma a comunidade médica, teve uma das condições médicas mais estranhas do mundo. É uma anomalia extremamente rara que acontece quando um feto é criado dentro de seu gêmeo. O feto interno pode sobreviver até mesmo como um parasita formando uma estrutura com o cordão umbilical que aprovisiona sangue de seu gêmeo até que fica tão grande que começa a prejudicar o anfitrião quando então não há outra saída a não ser a intervenção médica.
Sphere: Related Content1.Cegueira emocional
A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo - décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação.A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.
2. Síndrome da redução genital
Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo.
Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen!
3. Síndrome de Riley-day
Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.
4. Síndrome de Cotard
Depressão extrema, em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo… Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880.
Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.
5. Maldição de Ondina
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração.
Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar!
6. Pica
Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago…
7.Síndrome de Alice no país das maravilhas
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.
8. Síndrome da mão estranha
“Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão Alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, tarefa qualquer, como segurar um objeto.
9. Síndrome de Capgras
Após sofrer uma desilusão com o cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram seqüestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. Neurose total! O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.
10. Síndrome do sotaque estrangeiro
Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês… ou italiano… ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso. Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala. Um caso bem recente da síndrome do sotaque rolou com a britânica Lynda Walker. Após um infarto, Lynda acordou falando com sotaque jamaicano.
